
Muitos personagens históricos reais são apresentados, como o famoso ninja Hanzou(aquele mesmo do jogo Samurai Shodown), o feudo senhor feudal de Yagiu, o monge Takuan, comentarei mais o livro em um post futuro.
Os personagens principais foram mantidos da obra original, mas com mudanças e roupagem nova no mangá, mudanças que funcionariam perfeitamente como no caso de Sasaki Kojiro, que de antagonista, falastrão, mulherengo e violento se torna um singelo jovem mudo, é também o personagem onde o autor atinge o seu ápice narrativo.
O personagem Shishido Baiken é totalmente diferente do apresentado no livro, seguindo um conselho que o filho do autor do livro passou a Inoue, para não seguir rigidamente o que foi escrito.
Se for seguida a cronologia dos livros, o mangá de Vagabond não atingiu nem 1/3 do conteúdo, porém não devemos contar com essa proporção, pois tudo depende do que o autor decidir fazer.
Agora quanto ao mangá, não há contra indicação, apenas leia atentamente cada um dos quadros e preste atenção na arte para captar tudo que o autor tenta passar, e falo, aproveite, pois nesse exato momento, estamos com um clássico mangá em mãos e que futuramente poderemos mostrar a outras pessoas e dizer:”Eu li enquanto o autor produzia”.
E como diz Shishido Baiken à Musashi a certa altura do mangá:”Nesse exato momento muitas vidas são tiradas ou se esmaecem...”, no nosso caso aproveite e leia o mangá enquanto isso.
Link para video da série live-action japonesa baseada no livro.
Link para o Instituto Niten, representante da organização japonesa que prega os ensinamentos de Miyamoto musashi
Link para a editora que publica Vagabond no Brasil
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Vagabond o mangá - Parte 2
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