segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Vagabond o mangá - Parte 1


Ao visitar uma Anime me deparei com a estande da editora Conrad onde havia promoção de 3 mangás de qualquer tipo pelo preço de 1.

Ao olhar as opções notei que havia um tal de Vagabond com uma capa com arte diferenciada das outras, pareciam pinturas feitas a pincel ao invés das tradicionais capas computadorizadas, que foi a opção que escolhi entre outros.

A arte era diferente dos tradicionais mangas, você chegava a ponto de ver todas as folhas de uma arvore serem desenhas e insetos pulando dentro de tatames, o protagonista não era um adolescente com super poderes e nem voava, o enredo tinha um contexto histórico, e não havia as típicas jovens de olhos grandes e escandalosas.

Mas apesar destas qualidades a arma principal de Takehiro Inoue, o autor, é a força narrativa que já mostrava desde Slam Drunk, outro trabalho publicado no Brasil.

Você começa a ler o mangá e se envolve de uma forma que parece que as páginas evaporam perante os olhos em 5 minutos, e ainda ficávamos com a sensação de que “acabou muito rápido, porém de forma intensa”.

Depois dos primeiros contatos com o mangá, um conhecido me apresentou ao livro “Musashi” de “Eiji Yoshikawa” que é a obra fonte para o mangá, dois livros de aproximadamente 800 páginas escritos diariamente em um intervalo de 20 anos como coluna de um jornal lá nos anos 40.

O livro narra detalhadamente a vida do jovem Takezo que se torna Miyamoto Musashi, o seu renascimento chegando ao ponto onde Musashi enfrente o seu maior rival, tudo devidamente adaptado para um livro, levando em consideração os costumes, fatos e datas.


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