sábado, 26 de janeiro de 2008

Heroi Age - Fantasia Espacial

Há uns tempos atrás eu estava em busca de novos animes para assistir, fazia uns 2 anos que eu não assistia OVAs e tinha até parado de ver os shonens da moda.

Comecei a baixar animes de um tracker, sempre assistia 1capítulo e se me agradasse eu baixava o anime completo.

Dentre os animes que comecei a baixar eu gostei de Heroic Age, um shonen de fantasia com um contexto de ficção espacial, ou mechas como é comumente chamado.

É contada a história de uma galáxia, dividida por quatro tribos, a tribo de ouro, que acaba de abandonar a galáxia e que tinham o poder de prever o futuro, a tribo de prata que eram seguidores da tribo de ouro, a tribo do bronze uma tribo de seres insectóide guerreiros e a tribo de ferro, os humanos, uma tribo expulsa do seu próprio planeta natal e tratadas marginalmente por outras tribos e por fim a tribo heróica, seres extremamente poderosos que são usados como arma por outras tribos e que apenas aparecem na história em função de seus “contratos”, criados pela tribo de ouro, que iam desde proteger uma pessoa, até a proteger e cuidar da prosperidade de uma tribo.

Deianeira, uma telepata que comanda a nave argonauta e faz parte da família real que comanda a raça humana/tribo de ferro parte em busca do Nodoos da tribo heróica que vai ajudar os humanos a cumprir a profecia que diz que para alcançarem a libertação terão que executar os 12 trabalho propostos pela tribo de ouro.

A história começa com o surpreendente encontro dos humanos com Age em um planeta que literalmente está quebrado ao meio, onde ele vive nadando na areia movediça e se alimenta dos braços do seu amigo, um polvo.

Age para surpresa de todos seria como se estivéssemos em contato com um índio, não entende muito do idioma humano, referi a si mesmo em terceira pessoa e se diverte com coisas simples, como andar pela plantação da nave argonauta ou ficar nadando nos mares de um dos planetas dos humanos.

Inicialmente todos ficam incrédulos quanto ao herói, porém quando ele vê seu planeta natal sobre ataque da tribo de bronze a mando da tribo de prata, ele mostra os seus poderes, se transformando em um colosso irracional que facilmente destrói um planeta.

O que se segue, são combates espaciais entre os humanos, com o seu único nodoss e em busca de cumprir os 12 trabalhos, contra a tribo de prata e seus 4 nodoss.

Esse anime não traz grandes lições e nem grandes nuances de roteiro, porém não deixa de ser um anime acima da média do que se tem lançado por ai, lembra muito Last Exile sem copiar.

Lógico que semelhanças com a mitologia grega são intencionais e apesar de ser um anime muito direto e sem grande inventividade, não deixa de ser extremamente agradável além de sua bela trilha sonora.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Puni Puni Poemi

Sem noção.
Essa seria a frase que resume Puni Puni Poemi.
Quem conhece Excel Saga, vai entender do que to falando.
Mais uma obra do Watanabe Shinichi, essa série começa satirizando as "Sailors" e etc,em que a Poemi ( protagonista principal) massacra na porrada, todas elas!É um pouco dificil colocar de forma coerente uma sinopse dessa série, mas tentarei.
A nossa heroína ( difícil chama-la assim, depois do estragos que ela faz....) é uma garotinha enormemente energetica ( vocês vão entender, quando verem) que quer ser dubladora quando crescer. Tem uma amiga fofa, que é "amiga" ( se é que é compreensivel, a tal paix..ops amizade platônica) e é apaixonada por um garoto estranho.
Depois que seus pais morrem de forma no minimo extravagante pra alienigenas, ela vai pra casa de sua amiga, que tem irmãs esquisitas ( uma é "rainha" de jogos sado-masoquistas, pra ter uma idéia da loucura) e acaba descobrindo que tem poderes.
Uma série curtinha, pirada e muito engraçada.
Tira uma com tudo de Shoujo e Séries de menininhas com poderes.
Assistam, não vão se arrepender. E se não gostarem....

Tsukihime

Premissa boa, "bons" personagens, e enredo cativante.
Esse poderia ser um sinonimo de Tsukihime. Mas como tudo na vida tem defeitos, Tsukihime tem vários.
Muito cultuado, feito pelo Estúdio
JCStaff, e adaptado pela TYPE - MOON, o traçado é belissimo, cativante, as cores usadas caem bem com a história proposta, e pouco usual ( diga-se de passagem) de vampiros.

A história acompanha de um rapaz chamado Shiki Tohno, de 17 anos, que quando criança sofreu um acidente e após ele, acordou com os olhos "da morte", capaz de ver linhas vermelhas cortavam a realidade, descobrindo que se as cortasse, poderia destruir a coisa em que a mesma estava.
Um dia, esse rapaz vé uma moça, e inconscientemente a ataca e a corta em varios pedaços. A cena e tao horrivel que o mesmo decide que foi um sonho, se nao visse a mesma moça no outro dia, esperando na frente de sua escola, sorrindo...

Em todos os lugares que eu li sobre essa série, falaram sobre sua qualidade, e resolvi apostar.
Lerdo engano. Perdi a aposta. Como eu falei acima, todos os elementos estavam no lugar certo, mas pra mim ( opnião pessoal, tem gente que ama essa serie) Tsukihime é o exemplo do que nao se deve ser feito com algo tão bom. A história é chata e lenta. Os personagens são mal aproveitados ( fora o Shiki, que e um cara sem nenhuma personalidade e acaba virando um keitaro da vida, cheio de mulheres ao redor) e Aracuerd, uma teórica Vampira foda, que não faz nada...Os outros personagens, nem vou citar...
Sinceramente, é um anime que eu recomendo apenas pra ver o visual. É lindo, mas só.
Boa sorte a todo que quiserem ver. Como eu disse, e apenas uma opnião pessoal...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Twin Spica - O espaço cósmico a fronteira final

Se você é fãn de Shonens gosta de Naruto, Bleach e mangás deste estilo não leia está resenha, esse anime não é para você.

Twin spica, apesar de ser um Shonen não segue a regra básica de poderes, combates, sangue e etc, seu enredo tem um teor mais adulto e dramático e sua história se foca no amadurecimento das personagens e suas histórias tristes.

A história inicia com o acidente do foguete Chichi, que tira a vida de toda a sua tripulação e de muitas pessoas ao cair no meio de uma cidade e desse desastre que surgem os dois protagonistas, Asumi Kamogawa, filha de um dos engenheiros que construíram o foguete e que foi um dos culpados pelo acidente, perdendo o emprego e virando um operário e o enigmático sr. Leão, o fantasma de um dos astronautas que morreram no acidente, mas que vaga aqui na terra tocando gaita e com uma máscara de leão que emita o símbolo de um suvernil que vendiam na época do lançamento do foguete e que o representava.

Com quatro anos de idade Asume perde a mãe que é vitimada pelo acidente, assim como nessa idade ao enterrar as cinzas de sua mãe em um penhasco em frente á praia, conhece o sr. Leão.

O sr. Leão se torna um grande amigo para Asume ajudando a sua amiga em momentos de tristeza assim como despertando a curiosidade dela quanto ao espaço cósmico e como é a vida de um astronauta.

Algumas passagens são bem tocantes como a da melhor amiga de Asume que começa a ignorá-la depois de saber quem é o pai, quando Asume fica em coma e encontra o “caminho” da morte para onde ajuda a sua mãe seguir e o final quando sr.Leão vê o sonho de ir para o espaço de Asume e seus amigos ser realizado.

A carga dramática dá o tom desse anime.

E que mensagem Twi Spica deixa? Talvez de buscarmos os nossos sonhos obstinadamente, da importância que nossos amigos têm em nossa vida, talvez cada um que assista esse anime tire suas próprias lições, mas como ensina sabiamente o senhor Leão a pequenina Asume ao ficar triste por sua amiga que não quer mais vê-la: ”As pessoas que gostam de nós fazem o contrário do que pensam, quando querem falar com você dizem que não querem, quando querem que você fique por perto dizem para você ir para longe, e quando gostam de você dizem que não gostam”, e no fim ficamos com a impressão que a missão do sr. Leão nunca foi de ter ido ao espaço, apesar de ter sido um astronauta, e sim apenas de guiar Asume em seu caminho para realizar o seu próprio sonho através das mãos da jovem, uma pessoa se torna nobre quando deixa de sentir orgulho e felicidade apenas de seu próprios feitos e começa a sentir das pessoas a sua volta como no caso do sr. Leão.

Quem dera as pessoas fossem menos medíocres e fossem mais altruístas, com o advento do orkut as pessoas passaram a ser apenas uma foto digitalizada e retocada no photoshop e um mente vazia que só sabe emitar.

One Piece - Sucessinho ou Clássico?

Como minha primeira postagem, gostaria de falar de um dos maiores sucessos da Jump, tanto em mangá como anime, tendo 10 anos de produção e feito por um dos maiores mangakas da Atualidade, Eichiro Oda.

Pra quem não conhece o mestre, não sabe que ele ganhou prémios Cobiçados como "Jun Nyuusen" (segundo lugar no premio Tezuka Aways) aos 17 anos, e depois em 1993, com 18 anos ganhou o Nyuusen ( primeiro lugar) e o Tenkaishi Mangas Awards. O cara é fera, desde criança desejou ser mangaka e nao desistiu disso! ( ainda bem né?)

Falar de "One Piece" e de sua leitura despreocupada, seu traçado diferente, e sua premissa estranha ( mangá de Piratas ), acredite, não é dificil!
Eichiro Oda usa e abusa de todos os clichés de um básico "shonen", mas mesmo assim criando uma historia digna de um pouco de sua reflexão:

- O que é amizade?
- O que é amor?
- O que é família?
- O que nós torna forte?
- O que é trabalho de equipe?

E finalmente, como um capitao como Ruffy pode ser tao sortudo? rs!

Acredito ( é opnião particular minha e de milhares de fãs no mundo ) que One Piece nao só é um sucesso, como um clássico. Pois não é so de animes/mangás pseudo-intelectuais que vivemos, mas que um mangá simples, básico, pode tirar você de um grande mal humor, te deixar feliz, e ainda rever conceitos básicos de amor, amizade, força e luta.

Nunca desista de seus sonhos!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Nova participante do blog

Bem uma grande notícia, agora Lissa uma grande conhecedora de animes e mangás começara a fazer posts nesse blog com o seu ponto de vista original.
Bem vinda Lissa e vamos tornar esse blog bem produtivo em 2008.